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Uma
das mais visitas de Belém, a praça
Batista Campos recebeu este nome em 1897, numa homenagem
do então intendente Antônio Lemos ao
cônego Antônio Batista Gonçalves
Campos.
Mais do que sacerdote, |
Batista Campos foi o pregador da liberdade na
Amazônia. Dono do jornal “O Paraense”,
foi preso inúmeras vezes por seus artigos
polêmicos, tendo conquistado muitos inimigos
políticos. Publicou, por exemplo, o manifesto
de Dom Pedro I favorável à independência
do Brasil. Mais tarde, recebeu o reconhecimento
do Império e foi condecorado duas vezes,
quando esteve preso no Rio de Janeiro: como Cavaleiro
da Ordem de Cristo e da Ordem do Cruzeiro, além
de ser nomeado Arcipreste da Catedral de Belém.
Batista Campos morreu em 31 de dezembro de 1834,
na Vila de Barcarena.
A praça Batista Campos
foi redesenhada e reconstruída em 1901,
e, após um longo esquecimento, sofreu
uma ampla reforma em 1986, baseada em relatórios
do próprio Antônio Lemos e fotos
da reconstrução, na administração
do prefeito Coutinho Jorge.
Hoje a praça encontra-se
conservada, com a revitalização
das pontes e brinquedos, realizada em 2003.
Está prevista a construção
de um banheiro público no segundo semestre
de 2004.
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