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Localizada
no coração de Belém, a Praça
da República abriga monumentos históricos,
como o Teatro da Paz, o Bar do Parque, o Teatro
Experimental Waldemar Henrique e o Núcleo
de Artes da UFPA.
Aos domingos, na calçada da avenida Presidente
Vargas, |
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realizada a Feira de Artesanato. Hoje a Praça
da República aparece no contexto urbano
da cidade como elemento de grande destaque e importância
devido a seu alto grau de significação
histórica e beleza. Sua implantação
acompanha a evolução da cidade de
Belém. Nos primórdios da colonização,
já aparece não como equipamento
urbano, mas como uma clareira aberta na mata,
distanciada do primeiro núcleo urbano e
limitada por um cemitério destinado aos
escravos e à população sem
recursos.
Deve-se aos Intendentes
Arthur Índio do Brasil, Barão de
Marajó, Silva Rosado e Antônio Lemos
as principais reformas e melhoramentos introduzidos
no logradouro, como calçamento de ruas,
instalação de equipamentos decorativos,
colocação de monumentos e coretos
e, principalmente, a conformação
de seu aspecto paisagístico, com a delimitação
de passeios e jardins internos. Com isso, a Praça
da República ganhou, no final do século
XIX e início do século XX, os contornos
e perfis que hoje a caracterizam como uma das
mais bonitas de nossa cidade.
O primeiro aniversário
da Praça da República é comemorado
em 15 de novembro de 1889, com a edificação
de um monumento representativo na então
Praça Dom Pedro II, no governo de Justo
Leite Chermont.
A partir
de 1997, a Praça da República ganha
novos equipamentos: dois banheiros públicos,
adaptados ao coreto central e ao coreto localizado
na praça João Coelho, que faz parte
do Complexo da Praça da República.
Em 2003, a Prefeitura de Belém construiu
o posto de apoio da Guarda Municipal, uma antiga
reivindicação da população.
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